Brisa

20 lugares, um mesmo padrão

Destinos

A Brisa reserva fotógrafos, videomakers e pilotos de drone locais e verificados em 20 destinos do Brasil — cidades, litoral, ilhas e parques nacionais — a partir de US$ 130. Cada um mora lá e sabe a que horas um lugar ainda está vazio e que órgão decide se um ensaio pode acontecer ali.

20 destinos

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Sobre estes lugares

20 destinos em 14 estados brasileiros

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Este diretório reúne 20 lugares do Brasil onde você pode reservar um ensaio com um fotógrafo que mora lá: 14 cidades e vilas (Rio de Janeiro, São Paulo, Trancoso, Salvador, Foz do Iguaçu, Búzios, Paraty, Jericoacoara, Porto de Galinhas, Maceió, Natal, Gramado, Ouro Preto e Manaus), 3 regiões que não são uma localidade só (Lençóis Maranhenses, Chapada Diamantina e Bonito) e 3 ilhas (Florianópolis, Fernando de Noronha e Ilha Grande).

A diferença entre cidade, região e ilha não é enfeite. Os Lençóis Maranhenses são um parque nacional de dunas que se visita a partir de Barreirinhas ou de Santo Amaro, e não uma cidade; a Chapada Diamantina é um planalto de trilhas e cachoeiras espalhado entre várias cidades; e em Bonito a maioria dos rios e grutas fica em propriedade particular, com visita agendada com o dono. Numa ilha, a balsa, o barco ou o voo decidem a que horas o ensaio pode começar e a que horas precisa terminar.

Cada página conta o que um fotógrafo de fora não saberia: a que horas cada locação funciona e quem decide se dá para fotografar ali. No Brasil a resposta muda numa mesma tarde: um parque nacional administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) ou pela concessionária dele, um centro histórico tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), um parque estadual, uma prefeitura que pede autorização de filmagem, as regras de drone da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), e o dono de cada pousada, beach club e fazenda. Quando a página cita uma taxa, ela indica a fonte e o mês da última consulta; quando não há fonte, ela diz para perguntar em vez de chutar.

O fuso também conta: o Brasil não tem horário de verão, Fernando de Noronha fica uma hora à frente do horário de Brasília, e Manaus e Bonito uma hora atrás — o detalhe que mais confunde quem combina o litoral com a Amazônia ou com o Mato Grosso do Sul. Cada destino lista ainda as áreas atendidas sem custo de deslocamento, em vez de dar a elas páginas próprias sem conteúdo, e sugere os destinos próximos que provavelmente também interessam.

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